Maçã suíça rara seria a nova fonte da juventude?

De acordo com a matéria publicada na revista Vogue, a variedade de uma maça rara “Uttwiler Spätlauber” foi registrada pela primeira vez no século XVII, é originária do cantão da Turgóvia, no norte da Suíça. Conhecida por sua excelente capacidade de conservação, podendo se manter fresca por até quatro meses depois de colhida. Após a análise de algumas amostras, pesquisadores suíços começaram a investigar e descobriram que a resposta está, sobretudo, na incrível longevidade das células-tronco dessa maçã.

Utilizada em cremes, soros e séruns, células-tronco da maçã “Uttwiler Spätlauber” propiciam a regeneração celular da pele e retardam o aparecimento de rugas. A empresa suíça que descobriu a matéria-prima chegou à conclusão que as células-tronco estariam protegendo as células-tronco da própria pele do processo natural de envelhecimento.

O ativo derivado da maçã tem sido agora utilizado por empresas de cosméticos na Europa, Ásia e nos Estados Unidos, incluindo também as marcas Lancôme e Chantecaille, e no Brasil pela Scientific Skin Technology.

Ainda de acordo com o artigo publicado na revista Vogue, Michele Obama, ícone de beleza e skin care, é consumidora de um soro onde sua fórmula se constitui à base da maçã.

A Scientific Skin Technology desenvolveu um de seus séruns, com princípios regeneradores chamado Cell00, que contém exclusivamente em sua composição os poderosos ativos derivados da célula tronco desta incrível maçã.